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O Antigo Egipto 3000-30 a. C.
Os antigos Egípcios sabiam que eram os favoritos dos deuses. Todos os anos, as águas do rio Nilo que inundavam as suas terras, depositando nelas ricas aluviões que transformavam o deserto em férteis terras de cultura. O rio dava-lhes peixe e aves aquáticas para comerem, lama para fazerem tijolos e papel dos papiros que cresciam nas suas margens, além de uma larag via onde podiam viajar pessoas e bens. Para além do vale do rio, estendiam-se os desertos, que protegiam os egípcios de todos os invasores, à excepção dos mais decididos. Aquelas terras, aparentemente áridas, eram efectivamente uma fonte de riquezas naturais - ouro, cobre, pedras semipreciosas para jóias e uma diversidade de pedras para construção. Excluíndo as madeiras de boa qualidade, parecia que os deuses, generosos, tinham satisfeito todas as necessidades do povo egípcio. A história do Egipto é longa. O vale do Nilo fora colonizado séculos antes de os reinos do Alto e Baixo Egipto serem unificados sob um mesmo faraó, cerca de 3000 a. C. A partir daí, o Egipto manteve s sua cultura específica até se tornar parte do Inpério Romano em 30 a. C. Esta longa história abrange diversos e distinttos períodos de grandeza. Durante o período de 500 anos conhecidos como o Novo Império, iniciado por volta de 1570 a. C., o Egipto atingiu a sua extensão máxima e o auge da sua prosperidade. |
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Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação
Universidade de Lisboa
Tecnologias Educativas III